Reino: Security Features
Segurança de software não é o mesmo que software de segurança. Aqui, estamos interessados em tópicos como autenticação, controle de acesso, confidencialidade, criptografia e gestão de privilégios.
Weak Cryptographic Hash: User-Controlled PBE Salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
string salt = ConfigurationManager.AppSettings["salt"];
...
Rfc2898DeriveBytes rfc = new Rfc2898DeriveBytes("password", Encoding.ASCII.GetBytes(salt));
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, mas qualquer pessoa que possa chegar a essa funcionalidade conseguirá manipular o sal para derivar a chave ou a senha modificando a propriedade salt
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.dotnet.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal controlado pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal controlado pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
...
salt = getenv("SALT");
PKCS5_PBKDF2_HMAC(pass, sizeof(pass), salt, sizeof(salt), ITERATION, EVP_sha512(), outputBytes, digest);
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando a variável de ambiente SALT
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.cpp.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
...
Properties prop = new Properties();
prop.load(new FileInputStream("local.properties"));
String salt = prop.getProperty("salt");
...
PBEKeySpec pbeSpec=new PBEKeySpec(password);
SecretKeyFactory keyFact=SecretKeyFactory.getInstance(CIPHER_ALG);
PBEParameterSpec defParams=new PBEParameterSpec(salt,100000);
Cipher cipher=Cipher.getInstance(CIPHER_ALG);
cipher.init(cipherMode,keyFact.generateSecret(pbeSpec),defParams);
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, mas qualquer pessoa que possa chegar a essa funcionalidade conseguirá manipular o sal para derivar a chave ou a senha modificando a propriedade salt
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.java.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de salt para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Hash criptográfico fraco: Problemas de salt controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no salt ou usados totalmente como o salt dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Um salt PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do salt em um PBKDF.
O problema em se ter um salt definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um salt vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os salts de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um salt vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no salt ou usados totalmente como o salt dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Um salt PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do salt em um PBKDF.
O problema em se ter um salt definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um salt vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os salts de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um salt vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
app.get('/pbkdf2', function(req, res) {
...
let salt = req.params['salt'];
crypto.pbkdf2(
password,
salt,
iterations,
keyLength,
"sha256",
function (err, derivedKey) { ... }
);
}
O código no
Example 1
será executado com êxito, mas qualquer pessoa que possa chegar a essa funcionalidade conseguirá manipular o sal para derivar a chave ou a senha modificando a propriedade salt
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
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[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
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[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
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[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
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[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
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[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
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[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.javascript.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
...
@property (strong, nonatomic) IBOutlet UITextField *inputTextField;
...
NSString *salt = _inputTextField.text;
const char *salt_cstr = [salt cStringUsingEncoding:NSUTF8StringEncoding];
...
CCKeyDerivationPBKDF(kCCPBKDF2,
password,
passwordLen,
salt_cstr,
salt.length,
kCCPRFHmacAlgSHA256,
100000,
derivedKey,
derivedKeyLen);
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, mas qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando o texto no UITextField inputTextField
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
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[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
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[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
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[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.objc.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1:O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1:O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
function register(){
$password = $_GET['password'];
$username = $_GET['username'];
$salt = getenv('SALT');
$hash = hash_pbkdf2('sha256', $password, $salt, 100000);
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando a variável de ambiente SALT
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.php.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável.
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
import hashlib, binascii
def register(request):
password = request.GET['password']
username = request.GET['username']
salt = os.environ['SALT']
dk = hashlib.pbkdf2_hmac('sha256', password, salt, 100000)
hash = binascii.hexlify(dk)
store(username, hash)
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando a variável de ambiente SALT
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.python.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
...
salt=io.read
key = OpenSSL::PKCS5::pbkdf2_hmac(pass, salt, iter_count, 256, 'SHA256')
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando o texto em salt
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
[8] Standards Mapping - OWASP Mobile 2014 M6 Broken Cryptography
[9] Standards Mapping - OWASP Mobile 2024 M10 Insufficient Cryptography
[10] Standards Mapping - OWASP Mobile Application Security Verification Standard 2.0 MASVS-CRYPTO-1
[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
[12] Standards Mapping - OWASP Top 10 2007 A8 Insecure Cryptographic Storage
[13] Standards Mapping - OWASP Top 10 2010 A7 Insecure Cryptographic Storage
[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
[15] Standards Mapping - OWASP Top 10 2017 A3 Sensitive Data Exposure
[16] Standards Mapping - OWASP Top 10 2021 A02 Cryptographic Failures
[17] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.1 Requirement 6.5.8
[18] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 1.2 Requirement 6.3.1.3, Requirement 6.5.8
[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[45] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.11 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
desc.dataflow.ruby.weak_cryptographic_hash_user_controlled_pbe_salt
Abstract
Entradas de usuário potencialmente corrompidas não devem ser transmitidas como o parâmetro de sal para uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Explanation
Problemas de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário ocorrem quando:
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
O código no
1. Dados entram em um programa através de uma fonte não confiável
2. Dados controlados pelo usuário são incluídos no sal ou usados totalmente como o sal dentro de uma Função de Derivação de Chave com Base em Senha (PBKDF).
Tal como acontece com muitas vulnerabilidades de segurança de software, a vulnerabilidades de Hash criptográfico fraco: Sal PBE controlado pelo usuário é um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Em sua raiz, a vulnerabilidade é simples e direta: um invasor transmite dados mal-intencionados para um aplicativo, e esses dados são então usados como todo ou parte do sal em um PBKDF.
O problema em se ter um sal definido pelo usuário é que ele pode permitir vários ataques:
1. O invasor pode usar essa vulnerabilidade para especificar um sal vazio para sua própria senha. Desse ponto em diante, seria simples para ele derivar rapidamente sua própria senha usando várias funções de derivação de chave com base em senha para deixar vazar informações sobre a implementação de PBKDF utilizada dentro do seu aplicativo. Isso pode facilitar a "quebra" de outras senhas por meio da capacidade de limitar a variante particular do hash utilizado.
2. Se o invasor puder manipular os sais de outros usuários ou enganar estes últimos fazendo com que eles utilizem um sal vazio, isso permitirá o cálculo de "tabelas rainbow" para o aplicativo e facilitará a determinação dos valores derivados.
Exemplo 1: O seguinte código usa um sal controlado pelo usuário:
...
@IBOutlet weak var inputTextField : UITextField!
...
let salt = (inputTextField.text as NSString).dataUsingEncoding(NSUTF8StringEncoding)
let saltPointer = UnsafePointer<UInt8>(salt.bytes)
let saltLength = size_t(salt.length)
...
let algorithm : CCPBKDFAlgorithm = CCPBKDFAlgorithm(kCCPBKDF2)
let prf : CCPseudoRandomAlgorithm = CCPseudoRandomAlgorithm(kCCPRFHmacAlgSHA256)
CCKeyDerivationPBKDF(algorithm,
passwordPointer,
passwordLength,
saltPointer,
saltLength,
prf,
100000,
derivedKeyPointer,
derivedKeyLength)
...
O código no
Example 1
será executado com êxito, mas qualquer pessoa que puder acessar essa funcionalidade conseguirá manipular o sal usado para derivar a chave ou a senha modificando o texto no UITextField inputTextField
. Após a distribuição do programa, pode ser não trivial desfazer um problema referente aos sais controlados pelo usuário, pois é extremamente difícil saber se um usuário mal-intencionado determinou o sal de um hash de senha.References
[1] Standards Mapping - Common Weakness Enumeration CWE ID 328, CWE ID 760
[2] Standards Mapping - DISA Control Correlation Identifier Version 2 CCI-002450
[3] Standards Mapping - FIPS200 MP
[4] Standards Mapping - General Data Protection Regulation (GDPR) Insufficient Data Protection
[5] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 4 AU-10 Non-Repudiation (P2), SC-13 Cryptographic Protection (P1)
[6] Standards Mapping - NIST Special Publication 800-53 Revision 5 AU-10 Non-Repudiation, SC-13 Cryptographic Protection
[7] Standards Mapping - OWASP Application Security Verification Standard 4.0 2.4.1 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.2 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.4.5 Credential Storage Requirements (L2 L3), 2.6.3 Look-up Secret Verifier Requirements (L2 L3), 2.8.3 Single or Multi Factor One Time Verifier Requirements (L2 L3), 2.9.3 Cryptographic Software and Devices Verifier Requirements (L2 L3), 6.2.1 Algorithms (L1 L2 L3), 6.2.2 Algorithms (L2 L3), 6.2.3 Algorithms (L2 L3), 6.2.4 Algorithms (L2 L3), 6.2.5 Algorithms (L2 L3), 6.2.6 Algorithms (L2 L3), 6.2.7 Algorithms (L3), 8.3.7 Sensitive Private Data (L2 L3), 9.1.2 Communications Security Requirements (L1 L2 L3), 9.1.3 Communications Security Requirements (L1 L2 L3)
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[11] Standards Mapping - OWASP Top 10 2004 A8 Insecure Storage
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[14] Standards Mapping - OWASP Top 10 2013 A6 Sensitive Data Exposure
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[19] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 2.0 Requirement 6.5.3
[20] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.0 Requirement 6.5.3
[21] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.1 Requirement 6.5.3
[22] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2 Requirement 6.5.3
[23] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 3.2.1 Requirement 6.5.3
[24] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0 Requirement 6.2.4
[25] Standards Mapping - Payment Card Industry Data Security Standard Version 4.0.1 Requirement 3.3.2, Requirement 3.3.3, Requirement 3.5.1, Requirement 6.2.4
[26] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.0 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography
[27] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.1 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[28] Standards Mapping - Payment Card Industry Software Security Framework 1.2 Control Objective 7.1 - Use of Cryptography, Control Objective 7.4 - Use of Cryptography, Control Objective B.2.3 - Terminal Software Design
[29] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.1 APP3150.1 CAT II
[30] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.4 APP3150.1 CAT II
[31] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.5 APP3150.1 CAT II
[32] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.6 APP3150.1 CAT II
[33] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.7 APP3150.1 CAT II
[34] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.9 APP3150.1 CAT II
[35] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 3.10 APP3150.1 CAT II
[36] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[37] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.3 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[38] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.4 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[39] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.5 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[40] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.6 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[41] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.7 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[42] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.8 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[43] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.9 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[44] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.10 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
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[46] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 4.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[47] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.1 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[48] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.2 APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[49] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 5.3 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
[50] Standards Mapping - Security Technical Implementation Guide Version 6.1 APSC-DV-000590 CAT II, APSC-DV-002010 CAT II, APSC-DV-002020 CAT II, APSC-DV-002030 CAT II
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